Rotas

Igrejas da Baixa

Igrejas da Baixa

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Descrição

Duração - 4 horas

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Dificuldade - Média

Passear na BAIXA é percorrer a História de Portugal e da Igreja. Por isso, este percurso vai levar-nos a conhecer as igrejas da baixa de Lisboa e, simultaneamente, a percorrer alguns dos locais onde acontecimentos da História de Portugal e da Igreja tiveram lugar e se entre cruzaram ao longo dos tempos.

Sé Patriarcal Sé Patriarcal

A Igreja de Santa Maria Maior, a Sé Patriarcal de Lisboa, é a única igreja de estilo românico da cidade. Construída depois da conquista de Lisboa, em 1147, no local onde terão existido um templo romano-pagão e, mais tarde, um santuário cristão visigótico. Ao longo dos tempos, a Sé foi alvo de reconstruções e restauros ainda hoje visíveis. Aqui pode ver notáveis exemplares de tumulária, testemunhos da arquitectura gótica e belas obras de pintura, talha e escultura de várias épocas.

Santo António da Sé Santo António da Sé

Construída no local onde nasceu, cerca de 1189, Fernando de Bulhões, Santo António de Lisboa, ruiu no Terramoto de 1755 sendo posteriormente reconstruída. Na igreja actual, o decorativismo exterior une-se à vivacidade das cores do interior.

Santa Maria Madalena Santa Maria Madalena

A primitiva igreja era contemporânea da Sé, tendo ruído no Terramoto. A reedificação ostenta um portal de decoração manuelina e é uma das igrejas pombalinas com o interior mais ricamente decorado.

Portas do Mar Portas do Mar

Uma das portas da antiga Cerca Moura, que fazia a ligação entre a cidade e a praia.

Casa dos Bicos Casa dos Bicos

Com uma fachada original, é uma das poucas casas quinhentistas que sobreviveram ao Terramoto de 1755.

Nossa Senhora da Conceição Velha Nossa Senhora da Conceição Velha

Resultado da reconstrução pós-Terramoto da antiga Igreja da Misericórdia, inaugurada em 1534, a sua fachada é um importante testemunho do manuelino e a sua capela-mor do maneirismo. No interior, encontra-se a imagem de Nossa Senhora do Restelo, a quem rezavam os navegadores, como Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral, antes de partirem para as Descobertas.

Café Martinho da Arcada Café Martinho da Arcada

Aberto em 1782, é um dos cafés mais antigos e notáveis de Lisboa. Aqui vinha diariamente, nos últimos anos da sua vida, o poeta Fernando Pessoa.

Praça do Comércio/ Terreiro do Paço Praça do Comércio/ Terreiro do Paço

A praça principal da cidade, desde que, no séc. XVI, o rei D. Manuel I se instalou no local. Foi lugar de partida e chegada de naus carregadas de especiarias e ouro, e o centro administrativo e económico da cidade. Aqui se realizaram festejos e casamentos reais. Destruída pelo Terramoto de 1755, foi reconstruída pelo Marquês de Pombal. Foi também aqui que o Papa Bento XVI celebrou a primeira missa aquando da sua visita apostólica a Lisboa, em Maio de 2010.

Cais das Colunas Cais das Colunas

Por aqui entraram e saíram em Lisboa inúmeras personalidades ao longo dos tempos. A última grande figura a desembarcar neste cais foi a rainha Isabel II de Inglaterra, em 1957.

Paços do Concelho / Câmara Municipal de Lisboa Paços do Concelho / Câmara Municipal de Lisboa

A 5 de Outubro de 1910, na varanda deste edifício, José Relvas proclamou a República. Neste local situava-se a antiga Basílica Patriarcal, destruída pelo Terramoto de 1755.

Antiga Igreja de São Julião / Museu do Dinheiro Antiga Igreja de São Julião / Museu do Dinheiro

Reconstruída após o Terramoto de 1755, a igreja foi mais tarde dessacramentalizada e vendida ao Banco de Portugal. Hoje alberga o Museu do Dinheiro e o Núcleo de Interpretação da Muralha de D. Dinis.

Nossa Senhora da Oliveira Nossa Senhora da Oliveira

Actualmente inserida num prédio pombalino, foi fundada por um casal de Guimarães no séc. XIII, destacando-se no interior os painéis de azulejos que percorrem as paredes.

Convento Corpus Christi Convento Corpus Christi

Assinala o local onde, em 1648, o rei D. João IV sofreu um atentado quando participava na procissão do Corpo de Deus. Destruído pelo terramoto, salvou-se a igreja seiscentista, depois adaptada, da qual se vêem do exterior o frontão do portal e o zimbório octogonal.

São Nicolau São Nicolau

É das paróquias mais antigas da diocese de Lisboa tendo a sua primitiva igreja sido construída no séc. XII. Reconstruída depois do terramoto com uma orientação virada a Norte, é das mais bonitas igrejas-salão de Lisboa e paradigma das igrejas pombalinas. Atente-se particularmente na capela-mor e no variado espólio recebido de conventos extintos.

Nossa Senhora da Vitória Nossa Senhora da Vitória

Hoje integrada na fachada lateral de um prédio pombalino, a sua primeira edificação foi inaugurada em 1556 e tinha anexado um hospício. Destruída pelo terramoto de 1755, foi integrada na nova malha urbanística da cidade.

Antigo Convento do Espírito Santo da Pedreira Antigo Convento do Espírito Santo da Pedreira

Fundado em 1514, o convento do Espírito Santo foi destruído pelo Terramoto de 1755. Os Armazéns do Chiado ocupam hoje parte do antigo convento.

Elevador de Santa Justa Elevador de Santa Justa

Foi construído por Raoul Mesnier du Ponsard, em 1902. Tem 45 metros de altura e é o único elevador vertical da cidade.

Praça D. Pedro IV / Rossio Praça D. Pedro IV / Rossio

É a praça mais antiga de Lisboa. Local do hipódromo romano, em tempos medievais ainda era arrabalde da cidade. No séc. XIV, o local foi incluído dentro da nova cerca mandada construir por D. Fernando. O Rossio é a praça principal da cidade e ponto de encontro dos lisboetas.

Antigo Hospital de Todos-os-Santos Antigo Hospital de Todos-os-Santos

Entre a fachada nascente do Rossio, onde se encontra a pastelaria Suiça, e a praça da Figueira, existiu um dos edifícios mais notáveis da Lisboa quinhentista, mandado construir pelo rei D. João II.

Teatro Nacional D. Maria II Teatro Nacional D. Maria II

Local do antigo Palácio dos Estaus, mandado construir, em 1449, para instalar os visitantes que se deslocavam a Lisboa. Em 1571, tornou-se a sede do Tribunal do Santo Ofício e palco dos autos da fé. Em 1846, é inaugurado o Teatro Nacional.

Palácio da Independência / Palácio dos Condes de Almada Palácio da Independência / Palácio dos Condes de Almada

Local onde D. Antão de Almada e outros 39 nobres portugueses planearam a Restauração da monarquia portuguesa, em 1640. No lado esquerdo da entrada, está a imagem de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal desde 1646.

São Domingos São Domingos

Destruída por incêndio em 1959, a reconstrução conferiu-lhe um forte impacto cénico, ao manter os efeitos do incêndio na grandiosidade da estrutura barroca. A primitiva igreja fazia parte do Convento de São Domingos, um dos mais antigos da cidade, fundado, em 1242, por D. Sancho II. Na 4.ª capela do lado esquerdo, pode ver parte do lenço que a pastorinha Lúcia usava no dia 13 de Outubro de 1917, uma autêntica relíquia.

Praça da Figueira Praça da Figueira

Local da necrópole da cidade. No séc. XIII, os terrenos do Convento de São Domingos ocupavam esta zona com hortas e quintas, a qual, mais tarde, se transformou num mercado de venda de hortaliça e fruta. Ostenta a estátua de D. João I, o rei que deu início à Expansão e aos Descobrimentos Portugueses.

Praça Martim Moniz Praça Martim Moniz

Deve o seu nome ao bravo Martim Moniz, que, segundo a lenda, na conquista de Lisboa, se terá atravessado numa das portas do castelo de S. Jorge, permitindo a entrada dos seus companheiros na fortaleza. É a praça mais multicultural da cidade e onde se podem encontrar produtos exóticos das mais diversas origens.

Torre da Péla Torre da Péla

É uma das poucas torres sobreviventes da antiga Cerca Fernandina. Construída entre 1373 e 1375, a muralha tinha neste local o seu término e foi determinante na defesa do reino de Portugal quando, em 1384, as forças de Castela cercaram Lisboa.

Nossa Senhora da Saúde Nossa Senhora da Saúde

Aqui existiu, desde 1506, uma ermida dedicada a S. Sebastião, mandada erigir pelos artilheiros da guarnição de Lisboa quando a cidade sofreu um violento surto de peste, tendo acolhido a partir de 1662 a devoção a Nossa Senhora da Saúde. O pavimento defronte da capela reproduz, em calçada portuguesa, o traçado da fachada.

Palácio Caldas / Sede do CDS/PP Palácio Caldas / Sede do CDS/PP

Na fachada do Palácio Caldas existe uma placa indicando que aqui faleceu, a 1 de Outubro de 1948, o Padre Francisco Rodrigues da Cruz, por todos conhecido por Padre Cruz, cujo processo de beatificação está em curso.

Teatro Romano Teatro Romano

Construído no séc. I d. C., o teatro romano de Olisipo (a Lisboa romana) tinha capacidade para 4.000 espectadores. Permaneceu soterrado até finais do séc. XVIII. É um dos monumentos mais antigos da cidade.

Casa do Recolhimento das Merceeiras Casa do Recolhimento das Merceeiras

Mandada edificar pela rainha D. Maria I, em 1785, destinava-se a realojar as merceeiras, que tinham o dever de assistir aos ofícios divinos.

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